sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Tom Zé no MinC


A campanha lançada ontem à noite com o nome do compositor baiano Tom Zé para presidir o Ministério da Cultura surgiu de um descontentamento geral da classe artística com as declarações da recém-empossada Ministra da Cultura, provocando uma reação em cadeia que já atinge proporções continentais.
 Tudo começou após uma articulação inédita entre manifestantes da Bahia, Minas Gerais e São Paulo. As lideranças afirmam que o movimento é apartidário mas, por se tratarem dos três maiores colégios eleitorais do país alguns políticos já começam a se posicionar favoravelmente.
Em Irará a expectativa é grande e há vigília na cidade desde a madrugada. Niemeyer e Dona Canô já manifestaram apoio. Na porta do seu prédio no bairro paulistano de Perdizes uma pequena multidão de jornalistas e curiosos já se aglomeram em busca de informações.
Há notícias de que o baiano já está Estudando o MinC. O movimento agora se espalha como um viral pelas redes sociais e os analistas já consideram inevitável a mudança. A presidente Dilma Roussef deve fazer um pronunciamento sobre o fato em algumas horas...

Abaixo, o manifesto que vem sendo construído colaborativamente na rede, dê sua contribuição:

“Queremos um ministério sem mistério, menos austero e mais criativo, menos peso morto, mais leve e vivo! Queremos principalmente um ministério da cultura livre, no conteúdo e na forma, no regulamento e na norma, no regimento e na matéria que informa! Não só o criador, mas também a criatura! Abaixo à censura! Queremos Tom Zé no Ministério da Cultura!

Acredite quem quiser...

2 comentários:

dizcorra disse...

Hahahahah!

Se eu fosse um apoiador de virais, já ia espalhar isso aqui.

ABraço!

Saint-Clair Mello disse...

Tom Zé é maior que o MinC. É maior que o governo. Tom Zé é o desgoverno que orienta para a arte sem peias, sem amarras. Viva Tom Zé! E salve-se quem poder!