domingo, 10 de junho de 2012

Chamada para uma leitura arrasadora


          Em plena comemoração dos 100 anos de publicação do livro “Eu”, de Augusto dos Anjos, O poeta e ensaísta Silvério Duque lança um olhar sobre os pontos cegos do Movimento Modernista, excludente e “uma grande desgraça” para a nossa literatura, pois para o autor “Mário de Andrade não foi melhor nem nunca o será em retratar a urbis caótica do que um Lima Barreto, nem um Oswald de Andrade seria capaz de trazer tanta valorização ao passado, e às tradições culturais do Brasil, mais do que foram trazidas à luz no antológico Triste fim de Policarpo Quaresma”. Indo um pouco além, Silvério ainda pergunta “O que é o Manifesto Antropofágico frente àquele horror que nos traga, nos devora e, ao mesmo tempo, nos apaixona e nos faz admirados nos sonetos de Augusto dos Anjos?".
          Isso e muito mais na edição especial de A POESIA DO BRASIL.

Um comentário:

Hilton Valeriano disse...

Gostei muito das observações do poeta Silvério Duque nesse ensaio. Mostrou as mazelas do Modernismo decorrentes dos "agitadores" culturais Oswald e Mário de Andradre! Graças as Musas existiu a geração de 45!