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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Apresentação vencedora da Manzuá na categoria Banda no VI Festival Firmino Rocha



Insurreição: Letra de Gustavo F. & Mither Amorim. O poema recitado na introdução é Burca da Alma, de Heitor Brasileiro Filho.

Conheça o belo projeto Memórias do Rio Cachoeira, que envolve a Banda Manzuá, e colabore clicando AQUI.

domingo, 24 de julho de 2011

Adendo à postagem anterior


Como a letra da música Insurreição foi alterada por meu parceiro, que é o compositor da música, publico-a agora em sua versão final ainda que prefindo a versão original.

Insurreição
Gustavo Felicíssimo e Mither Amorim

a natureza anda inquieta
alucinada lá por dentro
segue em constante movimento
anunciando o trovão

o fogo, a faca, o ferro, o fumo,
olhe na boca do dragão
você vai ver vivo o tumulto
amotinada multidão

Refrão
vai chover
do céu uma insurreição

vai chover
fogo na boca do dragão
-------

no cano onde grita o silêncio
onde se acumulam enfados
falsos aromas do deserto
sonhos loucos, alucinados

vivem circenses na cachola
rindo da ordem mundial
que com dois copos de água benta
quer apagar o carnaval

Refrão

sábado, 23 de julho de 2011

Insurreição, música com letra de Gustavo Felicíssimo e Mither Amorim vence o Festival Firmino Rocha


Ontem tive uma grande alegria. Insurreição, música da banda Manzuá, cuja letra compus em parceria com Mither Amorim, venceu o concurso de música do Festival Firmino Rocha. A música ainda conta, em sua porção incidental, com o poema Burca da alma, de Heitor Brasileiro Filho, recitado por Briza Aziz. Ano passado, também com uma parceria nossa, ficamos em segundo lugar com a música África. Agora a letra. Mais tarde um post com a música.

Insurreição
Gustavo Felicíssimo e Mither Amorim

a natureza anda inquieta
alucinada lá por dentro
segue em constante movimento
anunciando o trovão

o fogo, a faca, o ferro, o fumo,
olhe na boca do dragão
você vai ver vivo o tumulto
amotinada multidão

Refrão
vai chover
do céu uma insurreição

vai chover
fogo na boca do dragão
-------

Quando chegar no seu silêncio
trará consigo um novo fado
falsos aromas do deserto
um sonho louco alucinado

trará circenses na cartola
e a nova ordem mundial
trará dois copos de água benta
para apagar o carnaval

Refrão