Fonte: Folha de S.
Paulo - 29/10/2011
A
história da literatura brasileira, tal como é ensinada nos manuais e
reproduzida na universidade, arma-se sobre uma lógica "centralista,
centrípeta e excludente", traços que partilha com a organização política e
econômica do país, afirma Luís Augusto Fischer, Professor da Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, e um dos principais nomes da nova geração de
críticos literários no Brasil, em O modernismo visto do avesso. É preciso,
portanto, reescrevê-la, conclui o autor de Literatura
Brasileira: Modos de usar (L&PM) e Machado
e Borges (Arquipélago).
Comprarei
o meu exemplar hoje mesmo, pois esse texto eu quero ver de perto, pois sempre observei
o Modernismo no Brasil a certa
distância e como um modelo frouxo e permissivo, prestador de um desserviço à
poesia brasileira que a partir da mal entendida liberdade, caiu, muitas vezes, como
dizia o mestre Ildásio Tavares, na permissividade e no vulgarismo.
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ler uma boa entrevista com o autor.

