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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Poema para Sosígenes Costa


Nos seus pavões vive o lirismo a refletir,
pousando etéreo, visitando o próprio passo,
na completude  do que é belo a persistir.

Sua pungência suplantou o tempo baço
e no regaço da palavra a simetria
de cada sílaba ordenando o seu compasso.

Foi no caminho que refez a geometria
sosigenando e contemplando sem espanto
a natureza de uma forma que o nutria.

Pintou as tardes e o crepúsculo em seu canto,
pintou sereias e do mar trouxe um dragão,
buscou na China porcelana e muito encanto.

Fez do soneto liberdade e não prisão,
o seu libelo de beleza e lucidez,
fez da elegância do mistério, invenção.

Clique AQUI  e conheça o meu homenageado, 
o maravilhoso poeta Sosígenes Costa.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Inauguração do Memorial Sosígenes Costa


Hoje, 17,  a cidade de Belmonte inaugura o Memorial Sosígenes Costa. Estou me dirigindo pra lá, onde amanhã, por convite do poeta Herculano Assis, lançarei “Diálogos” e farei um recital dentro daquilo que estão chamando de Contemplação do Ocaso . O evento ainda contará com uma palestra de Cyro de Mattos e show do excelente Xangai.
Trata-se de uma grande alegria para mim, conhecer a terra de Sosígenes, sobretudo em ocasião tão nobre.

Programação
17/12/2010

19:00 – Solenidade de Abertura
Promulgação da Lei nº 019/2010 do memorial.
Homenagem aos convidados.

19:30 – Espaço Poético com Afrânio Mattos.
19:40 – Palestra “A poesia de Sosígenes Costa”, com o poeta Cyro de Matos.
20:30 – Espaço Poético e Musical com Afrânio Mattos e Alberto Rocha.
20:45 – Lançamento do Livro: “ Poesias Escolhidas” de Cyro Mattos.

Programação
18/12/2010

16:00 – Apoteose Cultural:
As nagôs; Negros Mirins; Boi duro; Samba de Roda; Afoxé; Capoeira; Circo Cósmico; Filarmônica.
17:40 – Contemplação do Ocaso com o poeta Gustavo Felicíssimo e o grupo de teatro Jerus Mirra
18:30 – Lançamento do Livro de Poesias: “Diálogos” de Gustavo Felicíssimo.

20:00 – Cantorias:
Xangai; Grupo Bando de Caçuá; Viola de Bolso.

Poema para Sosígenes Costa
Gustavo Felicíssimo

Nos seus pavões vive o lirismo a refletir,
pousando etéreo, visitando o próprio passo,
na completude  do que é belo a persistir.

Sua pungência suplantou o tempo baço
e no regaço da palavra a simetria
de cada sílaba ordenando o seu compasso.

Foi no caminho que refez a geometria
sosigenando e contemplando sem espanto
a natureza de uma forma que o nutria.

Pintou as tardes e o crepúsculo em seu canto,
pintou sereias e do mar trouxe um dragão,
buscou na China porcelana e muito encanto.

Fez do soneto liberdade e não prisão,
o seu libelo de beleza e lucidez,
fez da elegância do mistério, invenção.