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terça-feira, 1 de novembro de 2011

O modernismo visto do avesso


Fonte: Folha de S. Paulo - 29/10/2011

A história da literatura brasileira, tal como é ensinada nos manuais e reproduzida na universidade, arma-se sobre uma lógica "centralista, centrípeta e excludente", traços que partilha com a organização política e econômica do país, afirma Luís Augusto Fischer, Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um dos principais nomes da nova geração de críticos literários no Brasil, em O modernismo visto do avesso. É preciso, portanto, reescrevê-la, conclui o autor de Literatura Brasileira: Modos de usar (L&PM) e Machado e Borges (Arquipélago).
Comprarei o meu exemplar hoje mesmo, pois esse texto eu quero ver de perto, pois sempre observei o Modernismo no Brasil a certa distância e como um modelo frouxo e permissivo, prestador de um desserviço à poesia brasileira que a partir da mal entendida liberdade, caiu, muitas vezes, como dizia o mestre Ildásio Tavares, na permissividade e no vulgarismo.

Clicando AQUI se poderá ler uma boa entrevista com o autor.