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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Hitler após a 2ª Guerra na Argentina?


Hitler e a mulher não se suicidaram num "bunker" em Berlim no dia 30 de abril de 1945? É o que dizem os livros de história. A Folha de São Paulo do último dia 20, noticia que em The Grey Wolf - The Escape of Adolf Hitler, livro que acaba de ser lançado no Reino Unido, os britânicos Gerrard Williams e Simon Dunstan sustentam que Hitler escapou do "bunker" três dias antes de seu suposto suicídio. Então, voou para a Dinamarca e para a Espanha, e foi embarcado, com ajuda do general Franco, num submarino com destino à Argentina. Hitler teria se instalado em mais de uma residência na Patagônia, com Eva e duas filhas. Viveria mais 17 anos, e teria morrido no dia 13 de fevereiro de 1962, aos 72 anos. Os autores reuniram depoimentos de pessoas que dizem ter visto o Führer ou trabalhado para ele na Patagônia.
Parece ficção, e essa possibilidade de Hitler ter vivido até a morte na Argentina, um delírio. Entretanto, se o Führer tivesse escapado ileso da derrocada alemã, um dos lugares prováveis onde ele se exilaria seria sem dúvidas a nossa vizinha Argentina, pois é por demais sabido os laços de amizade que o regime nazista mantinha com o peronismo.  
Para quem quiser conhecer mais detalhes sobre o assunto, sugiro o livro “La autentica Odessa”, do jornalista com faro de historiador, Uki Goñi, onde está revelado um capítulo negro da história argentina: o país foi um porto seguro para nazistas depois da 2ª Guerra Mundial. Nessa obra, como afirma Sergio Kiernan, uma das coisas que mais chamam a atenção é o rigor do autor: cada afirmação possui uma nota citando um documento.
Tocar nesse assunto com nossos hermanos é muito desagradável. Para eles essa vergonha deveria ser sepultada e esquecida. Também, pudera!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Do lixo à literatura: editora argentina transforma papelão em livros e ajuda catadores


Potes de tinta, pincéis, cola, papel e estiletes são todo o material necessário para transformar papelão em capas de obras de autores como Alan Pauls, Fabián Casas, Glauco Mattoso e Haroldo de Campos. Esta é a proposta de Eloísa Cartonera, uma editora independente e auto-gerida, criada em 2003, ano em que a Argentina sofria as repercussões do colapso político-econômico do país em 2001.

Clique AQUI e leia o texto na íntegra.